Vários estudos falam sobre a paixão... Falam que é um sentimento biológico, puramente instintivo, um truque da natureza para que a espécie não entre em extinção.
Mas consideremos; se a paixão na maioria das vezes é platônica, isso quer dizer que ela é um pouco cerebral ainda, não é mesmo? Quando nos apaixonamos platonicamente, não nos apaixonamos por uma pessoa, mas por um ser perfeito. Apaixonamos-nos por um anjo. E essa é a concepção que temos da pessoa, que ela não tem defeitos, apesar de praticamente esfregarem em nossos rostos a verdade. Até que um dia... Ela vem à tona. Os defeitos acumulados explodem como uma bomba atômica e destroem nosso senso de razão, de medida, nos tornando absolutamente passionais. E o anjo transforma-se em demônio. Transforma-se naquele ser pelo qual temos repulsa, que odiamos em todos os sentidos, que apenas sabe fazer o mal...
Mas nos esquecemos do fundamental. Ninguém é apenas bom ou mau; somos seres humanos. E é apenas por seres humanos que nos apaixonamos. Aqueles que têm pecados e virtudes; razão e emoção. Aqueles que são responsáveis por seus atos, decisões e, principalmente, indecisões.
P.S: É bom estar de volta.
putz fiko excelente esse texto.Achei no começo que era sobre o filme (blair) mas o texto fiko com sim!Nao para de escrever pq salvei teu blog nos favoritos!
ResponderExcluirpo laleska ficou tri massa esse teu texto.
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