Aprendi que um livro nunca deve ser julgado pela capa (é uma metáfora "inesperada" vinda de alguém como eu que amo livros, não?), tanto no bom sentido quanto no mau.
Aprendi que as exatas não são assim tão deprimentes, é questão de não ter medo delas.
Aprendi que às vezes a solidão é melhor do que a hipocrisia, que a verdadeira amizade independe de sexo, raça, religião ou distância.
Aprendi que amigos sentem por ti em algumas ocasiões, e são capazes de tudo, desde te fazer rir ou querer matar alguém. Aprendi que olhos de vidro, em algumas situações, parecem ser mais verdadeiros do que os olhos humanos.
Aprendi que a emoção nem sempre é inútil e pode fazer-nos escapar de boas, tanto quanto a razão.
Aprendi que lobos existem e que devemos ter cuidado, pois pode parecer o cordeiro mais genuíno do mundo.
Aprendi que querer viver "pedindo licença para existir" é a pior roubada que existe.
Aprendi que ter medo é uma roubada pior ainda, e que quem o dribla merece os parabéns.
E aprendi também que escrever pode ser a melhor coisa que há.