
"Confiança é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não verdadeiro, entregando essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente considerando-a. Se refere a dar crédito, considerar que uma expectativa sobre algo ou alguém será concretizada no futuro. Aceitar a priori a decisão de outra pessoa. Confiar em outro é muitas vezes considerado ato de amizade ou amor entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança. Sem essas provas, o indivíduo tende a basear-se apenas na informação dada (ou a falta dela) acabando por seguir provavelmente uma linha de pensamento longe da verdade." (Wikipédia)
Confiança, segundo o meu ponto de vista, é uma das melhores coisas que recebemos dos outros. Contudo, é uma das coisas mais frágeis. Assim como uma roseira, ou uma rosa. Uma pessoa te dá, imaginando que tu não vais deixar que a rosa morra. Até que algum dia, por descuido, desleixo ou até mesmo de propósito tu deixas essa roseira tomar um vento forte, de um temporal. E essa rosa aparece totalmente despedaçada. Morta. Ou quase, com a vida apenas por um fio, ou uma pétala, ou apenas um botão.
E então, pela roseira ou até mesmo por quem te deu essa roseira, tu tentas consertar, para ver se melhora. Mas ela aparentemente não reage a um estímulo e começa a secar... O tempo passa, com suas horas, minutos, segundos e frações destes. De repente, sem saber o porquê, tu olhas para a roseira e a vê com um pequeno botão.
Afinal, eu usei toda essa metáfora para quê?
Para mostrar que a confiança é frágil, pode ser abalada facilmente, somente o tempo a cura e ela pode ser restabelecida. Mas não é fácil.
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