segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sobre reações químicas e físicas (eu amei esse título!by:carol mor!)

Bom, para quem achou que esse seria um artigo científico deve reler as postagens do blog, por que o tema não é bem esse (mas podia ser... quem sabe?).
Sabe, estamos sujeitos a várias reações químicas e físicas (quem presta atenção nas aulas de biologia sabe! ou física, química... Ah, vocês entenderam!)... Por exemplo, eu sou uma pessoa bem sujeita à Lei da Gravidade... Outros à Lei da Inércia... Enfim.
Mas existem reações químicas e físicas que são utilizadas para explicar um fenômeno que vai acontecer um dia na tua vida, se já não aconteceu, claro. Adivinha?
Só podia ser a paixão, claro! Afinal de contas, 90% dos meus textos são sobre ela... Mas com o meu ponto de vista "romántica, pero sin perder la razón", se é que me entendes. Às vezes queria saber o porquê da taquicardia, da perda de apetite, das borboletas no estômago... E só encontrava e dava razão às explicações mais elaboradas dos livros de biologia, quando um dia percebi que a explicação para tudo era bem mais ilógica, menos racional (o que me deu uma dor, confesso) e bem mais completa, apesar de tudo. O que eu posso fazer agora?
É bem tipo aquela letra da Legião Urbana, "Love Song" (confiram... é legal, uma cantiga de amor na voz do Renato... É bom um pouco de cultura de vez em quando). Não sei direito o que é o amor, só ouvi falar nele, sei que ele quer me deixar louca, mas pedirei para que me protejam ou me joguem às feras. E assim começa tudo, outra vez.

sábado, 18 de setembro de 2010

Here we go again

Aqui estamos nós de novo... Ok, eu me encontrava meio sumida, fazia um baita tempo que eu não escrevia, estava tentando achar algo de útil e que pudesse mudar a vida de alguém com as minhas palavras (tá, isso pareceu discurso de político, mas com toda essa agitação de jingles, discursos e promessas, impossível pensar em outra coisa).
Sabe quando tudo acontece ao contrário do que a gente pensa que ia acontecer? Eu, como escritora, tenho essa mania estranha de brincar de ser Deus e querer adivinhar o que vai acontecer de agora em diante, ou ver tudo, saber de tudo.
E é aí que entra o fato de eu ser uma mera humana, que comete erros (mui-tos!) e não conseguir saber nem se amanhã eu me encontrarei viva. E nem se o mais insano, o mais improvável e maluco dos meus pensamentos e ideias pudesse se materializar... Ou então que devemos dar ouvidos às ideias mais malucas de alguns amigos (imagina se não tivessem dado ouvidos ao Benjamin Franklin e ele, sem estímulo nenhum, não tivesse inventado a energia elétrica? É, ao menos eu não estaria aqui enchendo o saco de alguém que ainda tem paciência de ler o que eu escrevo até o fim.), por que talvez eles estejam certos. Ou não...
O que importa mesmo aqui é que a vida é a coisa mais nonsense que eu já vi, e que o destino adora tirar uma com a minha cara e frustrar o que eu, de apressada que sou, já estava escrevendo como o meu presente. E haja Backspace que corrija tudo isso.

P.S: Agradeço ao Linden Nerd pelo pitaco.