Só porque 2010 foi um ano marcante, do qual me lembrarei com carinho. Ano de mudanças; mudança de colégio, mudança de hábitos, de cabelo, de comportamento, de ideias, de gostos. Ri, brinquei, me apaixonei, repliquei, fiz amigos, fui derrubada por eles, fiz campanha, grupo de debate, vestido, trabalhos e mais trabalhos, planos e mais planos... Alguns eu cheguei a realizar, outros, bom... ou cortei ou, na preguiça, deixar pra amanhã... 2011!
Dando continuidade ao meu post "Coisas que eu Aprendi", que pode ser lido através desse link (http://flyinthemoon.blogspot.com/2010/08/coisas-que-eu-aprendi.html), falarei aqui mais coisas que eu aprendi...
Aprendi que o mundo dá voltas... Aprendi o quanto somos capazes de mudar, de nos doar. Aprendi que a inveja, a dor e a competição existem, mas devemos rir e sentir pena. Assim, aprendi que não devemos odiar as pessoas, mas rir do que elas fazem, ter compaixão... Rir sempre, como disse Chaplin.
Aprendi que a diferença pode nos tornar tão iguais a ponto de nos tornar irmãos... Aprendi que diferenças coexistem, e que quem as nega ou as considera tanto a ponto de idealizar um mundo de igualdade geral, sem diferença, sem coexistência, é um completo abobado. Aprendi a gostar de exatas, aprendi a ter amigos de todos os tipos. Aprendi a ter amigos.
Aprendi que devo amar a tudo e todos. Amar o que eu faço, amar as pessoas à minha volta, amar a Natureza, amar à Deus e aos ateus, amar o mundo. Aprendi que a vida é bela.
Feliz Ano Novo, gente! Muita paz, luz e coisas boas!
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Este aqui é o meu trabalho de História, baseado nas mulheres de Atenas e suas vidas.
-> Como deve agir a mulher a fim de construir sua cidadania?
A mulher deve, antes de tudo, lutar por seus direitos. Em uma sociedade machista como a nossa, a mulher passou por muitos preconceitos em sua caminhada para tornar-se uma cidadã. Deve fazer valer seus direitos, que muitas vezes foram conquistados com tanto afinco, e sempre buscar mais, com sua força característica.
-> Texto:
Mirem-se nas mulheres da História
“Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas”, dizia Chico Buarque em sua música “Mulheres de Atenas”. A letra cita a vida de uma mulher em plena Grécia Antiga. Há divergências sobre o tratamento das mulheres nesse período da História. Em Creta, a mulher era muito respeitada, pois era uma sociedade matriarcal, com uma divindade principal feminina, a “Deusa-Mãe”. Em Esparta, as mulheres eram respeitadas por serem as mães dos “bravos soldados de Esparta”, assim recebendo educação do governo.
Porém, em Atenas, as mulheres eram criadas para cuidar da casa; pouquíssimas sabiam ler e escrever, e as mais abastadas chegavam a ficar isoladas em um canto da casa a tecer ou cuidar e educar as filhas, que eram educadas apenas para o trabalho de casa, podendo sair de casa apenas com o marido a poucos lugares onde eram aceitas, com idade já avançada para não atrair olhares comprometedores. Isto comprova que as mulheres sempre dependiam de algum homem em todas as fases de sua vida, além de, junto com os escravos, não eram consideradas cidadãs, não tendo assim voz na sociedade, sendo respeitadas quando anciãs.
Hoje em dia, a ideia de “Mulheres de Atenas” abomina a maior parte das mulheres. Ora, no mundo atual de mulheres de jornada tripla, mulheres provedoras, mulheres divorciadas e felizes, mulheres libertas graças a todas as conquistas, todos os direitos, a luta manchada por sangue, suor e lágrimas – muitas delas -, ainda existem mulheres que “secam por seus maridos” – que nem sempre são orgulho -, buscando às vezes a “segurança do casamento” pregada pela sociedade, mantendo um casamento pelos filhos, trabalhando para sustentar uma casa, sendo violentadas física e moralmente... Em pleno século XXI!
Nós, mulheres, geramos a humanidade. Temos direito ao respeito destinado para quem é capaz de dar a vida (sem desmerecer os homens). Temos direito a um mundo de condições iguais, direito a sermos respeitadas por nosso intelecto, por nossa força interior.
Termos o direito conquistado pelas mulheres da História, registradas em livros ou não. Direito de não sermos apenas mulheres de Atenas.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Natal...
Sinto saudade dos Natais da minha infância.
Todo mundo em volta de uma mesa, família, amigos, aquele clima de amizade, união e amor... e a minha ignorância do mundo lá fora.
Saudade do tempo em que eu apenas me importava comigo, não tinha problemas, a vida era brincar, estudar, brincar estudando, estudar brincando.
Saudade de quando o mundo era colorido, não essa imensidão cinza.
Saudade do tempo em que eu pensava que amor era apenas o de pai e de mãe, que nunca acaba.
Saudade de um tempo distante que não volta mais... Apesar de odiar isso, Natal é saudade.
Saudade do seu único significado, que cada dia é tomado por mais "Compre!", "Coca-Cola", Papai Noel, presentes, modismo, mídia.
Saudade desse Messias que sempre nasce em nossos corações todo ano, mas que cada vez é menos lembrado.
Um Feliz Natal a todos.
Todo mundo em volta de uma mesa, família, amigos, aquele clima de amizade, união e amor... e a minha ignorância do mundo lá fora.
Saudade do tempo em que eu apenas me importava comigo, não tinha problemas, a vida era brincar, estudar, brincar estudando, estudar brincando.
Saudade de quando o mundo era colorido, não essa imensidão cinza.
Saudade do tempo em que eu pensava que amor era apenas o de pai e de mãe, que nunca acaba.
Saudade de um tempo distante que não volta mais... Apesar de odiar isso, Natal é saudade.
Saudade do seu único significado, que cada dia é tomado por mais "Compre!", "Coca-Cola", Papai Noel, presentes, modismo, mídia.
Saudade desse Messias que sempre nasce em nossos corações todo ano, mas que cada vez é menos lembrado.
Um Feliz Natal a todos.
Assinar:
Postagens (Atom)