sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
2010
Dando continuidade ao meu post "Coisas que eu Aprendi", que pode ser lido através desse link (http://flyinthemoon.blogspot.com/2010/08/coisas-que-eu-aprendi.html), falarei aqui mais coisas que eu aprendi...
Aprendi que o mundo dá voltas... Aprendi o quanto somos capazes de mudar, de nos doar. Aprendi que a inveja, a dor e a competição existem, mas devemos rir e sentir pena. Assim, aprendi que não devemos odiar as pessoas, mas rir do que elas fazem, ter compaixão... Rir sempre, como disse Chaplin.
Aprendi que a diferença pode nos tornar tão iguais a ponto de nos tornar irmãos... Aprendi que diferenças coexistem, e que quem as nega ou as considera tanto a ponto de idealizar um mundo de igualdade geral, sem diferença, sem coexistência, é um completo abobado. Aprendi a gostar de exatas, aprendi a ter amigos de todos os tipos. Aprendi a ter amigos.
Aprendi que devo amar a tudo e todos. Amar o que eu faço, amar as pessoas à minha volta, amar a Natureza, amar à Deus e aos ateus, amar o mundo. Aprendi que a vida é bela.
Feliz Ano Novo, gente! Muita paz, luz e coisas boas!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Natal...
Todo mundo em volta de uma mesa, família, amigos, aquele clima de amizade, união e amor... e a minha ignorância do mundo lá fora.
Saudade do tempo em que eu apenas me importava comigo, não tinha problemas, a vida era brincar, estudar, brincar estudando, estudar brincando.
Saudade de quando o mundo era colorido, não essa imensidão cinza.
Saudade do tempo em que eu pensava que amor era apenas o de pai e de mãe, que nunca acaba.
Saudade de um tempo distante que não volta mais... Apesar de odiar isso, Natal é saudade.
Saudade do seu único significado, que cada dia é tomado por mais "Compre!", "Coca-Cola", Papai Noel, presentes, modismo, mídia.
Saudade desse Messias que sempre nasce em nossos corações todo ano, mas que cada vez é menos lembrado.
Um Feliz Natal a todos.
sábado, 27 de novembro de 2010
Bom proveito!
sábado, 6 de novembro de 2010
Livros
domingo, 17 de outubro de 2010
Tipo Julieta e Romeu
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Sobre reações químicas e físicas (eu amei esse título!by:carol mor!)
sábado, 18 de setembro de 2010
Here we go again
domingo, 15 de agosto de 2010
Coisas que eu aprendi
sábado, 7 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
Sobre confiança e rosas despedaçadas

"Confiança é o ato de deixar de analisar se um fato é ou não verdadeiro, entregando essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente considerando-a. Se refere a dar crédito, considerar que uma expectativa sobre algo ou alguém será concretizada no futuro. Aceitar a priori a decisão de outra pessoa. Confiar em outro é muitas vezes considerado ato de amizade ou amor entre os humanos, que costumam dar provas dessa confiança. Sem essas provas, o indivíduo tende a basear-se apenas na informação dada (ou a falta dela) acabando por seguir provavelmente uma linha de pensamento longe da verdade." (Wikipédia)
sábado, 17 de julho de 2010
Desabafo de quem caiu da lua
sábado, 3 de julho de 2010
Sobre anjos, demônios e humanos.
Vários estudos falam sobre a paixão... Falam que é um sentimento biológico, puramente instintivo, um truque da natureza para que a espécie não entre em extinção.
Mas consideremos; se a paixão na maioria das vezes é platônica, isso quer dizer que ela é um pouco cerebral ainda, não é mesmo? Quando nos apaixonamos platonicamente, não nos apaixonamos por uma pessoa, mas por um ser perfeito. Apaixonamos-nos por um anjo. E essa é a concepção que temos da pessoa, que ela não tem defeitos, apesar de praticamente esfregarem em nossos rostos a verdade. Até que um dia... Ela vem à tona. Os defeitos acumulados explodem como uma bomba atômica e destroem nosso senso de razão, de medida, nos tornando absolutamente passionais. E o anjo transforma-se em demônio. Transforma-se naquele ser pelo qual temos repulsa, que odiamos em todos os sentidos, que apenas sabe fazer o mal...
Mas nos esquecemos do fundamental. Ninguém é apenas bom ou mau; somos seres humanos. E é apenas por seres humanos que nos apaixonamos. Aqueles que têm pecados e virtudes; razão e emoção. Aqueles que são responsáveis por seus atos, decisões e, principalmente, indecisões.
P.S: É bom estar de volta.
sábado, 26 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Juventude...
Juventude. Estamos acostumados a ver nossos pais, avós e amigos destes se lembrarem dela suspirando... Lembrarem dos bailes, dos flertes, dos anseios e da coragem... Lembrarem dos ímpetos de mudar o mundo, da vontade de dar um basta no sistema, querer participar de manifestações, de deixar o cabelo crescer e usar camisetas de bandas de rock e do Che Guevara... Manter aquele tênis sempre no pé, não importando a opinião da tua mãe sobre querer lavá-lo ou os apelos de “Corta esse cabelo!”. Lembrarem de sonhos, de sonhar com uma humanidade pregada por John Lennon, totalmente sem fronteiras, sem preconceitos. Querer viajar de mochilão, acampar, fugir, ser dono de seu próprio nariz. Achar que todo amor é eterno, que as declarações de amor valerão para sempre...
Mas aí chega a tão temida hora de virar “gente grande”. E geralmente é quando toda essa gana se esvai, junto com as ideias de revolução e toda aquela coragem de pôr em prática as coisas mais insanas. Tudo vai para dentro de um baú, de uma mente. E apenas ficam as lembranças. Vem o casamento, os filhos, e tudo começa de novo. Os ideais, “a cara limpa e a roupa suja”, como diria Gessinger. Os protestos de uma juventude que sempre se renova.
domingo, 13 de junho de 2010
Razão e Emoção
Tá, antes que alguém fale que é o título daquela musiquinha chata e grudenta do NX Zero, é disso que eu resolvi falar hoje. Razão e Emoção... Pra quem não sabe, a razão é o lado "cabeça" de ver as coisas, um lado mais científico, um pouco filosófico, porque tu tem que pensar, e pensar mesmo. E aí chega a emoção lá... Estranha(pra mim é), impulsiva, é aquilo que te faz cogitar a hipótese de sair correndo pela rua e gritando, aquilo que te faz sorrir que nem um abobado com um simples "oi", aquilo que te faz querer fazer as coisas mais absurdas. Ao meu ver, tipo o anjinho e o diabinho que ficam do lado da cabeça daqueles personagens de desenhos animados. E se ocorre o encontro entre esses dois fatores antagônicos? Eles entram em choque! Quem é que se ferra com isso? A gente! Na melhor das hipóteses, te dão um nó na cabeça. E te deixam pior do que estava antes, sem recorrer a eles. Mas é a vida...
sábado, 12 de junho de 2010

Todas as cartas de amor são ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
( Fernando Pessoa )
sábado, 5 de junho de 2010
(sem título, tô sem criatividade)
Hoje acordei e vi que não sei de mais nada... E esse sentimento me faz cair num vazio desgraçado. O certo seria eu estar fazendo o trabalho de física agora, que tem uns trocentos exercícios e mais um resumo de um capítulo lá, mas, sei lá, algo me impede, e pode crer que não é a preguiça.
Hoje acordei com uma sensação de mesmice, como se eu estivesse fazendo da minha vida um eterno déjà vu, tudo acontecendo igual a ontem...
Hoje acordei, coloquei o pé pra fora da minha cama praguejando já ter chegado a hora. Nem um minuto a mais. E aí te perdi no meio dos meus sonhos e pesadelos.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Crônica: A paixão é estranha...
Tu sabes quando uma paixão vai surgir na sua vida? Ninguém sabe! Com todo o respeito, nem sempre a tua cartomante vai acertar. Ela pode dizer que tu vai conhecer o teu amor eterno na fila do banco, e que terá cabelos loiros e olhos verdes, por exemplo. Mas e se por algum acaso tu te prender no trânsito, e encontrar o amor da tua vida no carro ao lado, xingando a mãe do motorista do carro à sua frente, e ele ser moreno de olhos castanhos? Realmente, a paixão é estranha... É capaz de nos apaixonarmos pelo primeiro cara que, sei lá, atravessar a rua correndo, todo despenteado, com um jeans e uma camiseta, preocupado com o horário. E aí tu ficas parada lá, perdida no tempo e no espaço, olhando para o espaço que ele acaba de deixar, com uma cara de boba e um sorriso de orelha a orelha, como se tivesse achado a melhor coisa do mundo. Aí começa a ter insônia, pensando no cara que, obviamente, nem sabe que tu existe, e ainda começa a endeusar o cara, achando que ele será o pai dos seus filhos, que terão uma linda casa e que serão felizes para sempre, além de que ele é lindo, maravilhoso, elegante e mais algumas coisas que as tuas amigas estão cansadas de ouvir. Certo dia tu pensa em ir a um restaurante e, de repente, teu instinto feminino reconhece certo vulto: é ele! Aí chega mais perto e se senta em uma mesa. Pede uma bebida para o garçom e, de repente, chega a mais linda mulher já vista. E aonde ela irá se sentar? Na mesa dele, é claro! E para completar o panorama, ele ainda para o restaurante pedindo aquela mulher em casamento. Esta aceita, e o beija. Todos batem palmas. E ninguém entende o porquê de uma mulher sair correndo em prantos do salão.
sábado, 29 de maio de 2010
Cada pessoa é uma Matrioska
Nós, como meros seres humanos, não temos o poder de ver o coração, os sentimentos, a alma de outras pessoas. Se bem que seria muita falta de privacidade... Imagina se alguém vê as tuas opiniões mais íntimas? Mas algumas pessoas parecem ter o dom de ver o interior, o emocional. E, se prestarmos atenção, veremos que somos iguais às Matrioskas, aquelas bonequinhas russas, que abrimos e sempre achamos outras por dentro. Mas um dia chegará o fim. A última. Aquilo que tu guardasses por muito tempo, o que te é mais precioso, o que tu morre de medo que descubram. Aquilo que te é mais sensível. E não sabemos como agir nessas horas... Não sabemos o que dizer... E não sabemos o que a outra pessoa vai achar, vai dizer, vai fazer. E assim ficamos na mesma. Por enquanto...
Delete...
Queria ter uma tecla de “delete”... Te apagar do meu histórico, das minhas lembranças, do meu coração. Por que fosses “cracker” a ponto de invadir o meu sistema e colocar o pior vírus que já me atingiu? Queria bater a minha cabeça numa parede, até atravessá-la, até ter uma amnésia, e esquecer tudo. Esquecer que estou aqui, esquecer o porquê de estar aqui, esquecer a razão da minha insônia de ontem. Esquecer que te amar é a causa da minha agonia, da minha alegria, das risadas nas piores ocasiões... Esquecer que tu existe, colocar na minha cabeça que nada aconteceu... E seguir viva.